Trabalhos de campo, agosto 2019

Em agosto houve três atividades fora de sala de aula, que complementaram e enriqueceram o conteúdo visto no colégio.

O 6º ano, Tijuca, visitou o Planetário.

Atualmente, a Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro, possui duas cúpulas em funcionamento (Carl Zeiss e Galileu Galilei), além de espaço para exposições, sala de observação solar, telescópios, biblioteca e salas de aula para iniciação científica. No Espaço Museu do Universo, os alunos puderam interagir com diversos equipamentos sobre o sistema Terra-Lua e seus movimentos; a evolução estelar; o Sistema Solar; a Cosmologia e a pesquisa espacial.


As fases da Lua e os eclipses solares e lunares foram apresentados por meio de simples manipulações. A imagem do Sol pode ser apreciada em tempo real, maquetes articuladas mostraram a evolução dos telescópios e como os astros são observados através deles. Ainda havia um telão com informações astronômicas e um grande mapa da nossa Galáxia identificando estrelas, nebulosas e aglomerados estelares.

As fases da Lua e os eclipses solares e lunares foram apresentados por meio de simples manipulações. A imagem do Sol pode ser apreciada em tempo real, maquetes articuladas mostraram a evolução dos telescópios e como os astros são observados através deles. Ainda havia um telão com informações astronômicas e um grande mapa da nossa Galáxia identificando estrelas, nebulosas e aglomerados estelares.

O 7º ano, Recreio, foi junto com a professora Gláucia para o Parque Estadual da Pedra Branca

Este foi um trabalho de campo de Ciências, que será apresentado na Mostra Cultural, em novembro.

Por fim, os alunos do 8º ano, Tijuca, visitaram a centenária Fazenda São Luiz da Boa Sorte, em Vassouras, Vale do Café. Este projeto cultural foi premiado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) como a melhor iniciativa em promoção e difusão dos patrimônios material e imaterial do Estado do Rio de Janeiro.

Na fazenda, foi possível visitar  a Casa da Vivenda, com seu mobiliário e obras de arte importantes para a educação patrimonial; o Memorial do Negro Escravizado, onde os alunos foram levados a perceberem o chão de terra, o ambiente sem janelas e pouca luz, o que os remeteu a uma viagem no tempo; e o Museu do Café, onde foram observados o café em grãos em diferentes estágios, uma grande máquina de beneficiamento do grão, um fogão a lenha para torra e máquina de moagem. Através de uma encenação foi também possível enfatizar os tipos de relação entre senhores e escravizados no contexto da economia cafeeira do século XIX.

O projeto foi elaborado especialmente para enriquecer os conhecimentos adquiridos nas aulas de História, Arte e Geografia e contou com a presença dos professores das respectivas disciplinas condutoras da atividade e de historiadores para orientações gerais e informações sobre o roteiro trabalhado.

Percorrer locais dos tempos áureos da cafeicultura é muito proveitoso, pois só assim descobrimos aspectos que só a vivência ensina.

Percorrer locais dos tempos áureos da cafeicultura é muito proveitoso, pois só assim descobrimos aspectos que só a vivência ensina.

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